Método · TSE
Como são contados os votos dos brasileiros no exterior
Enquanto o arquivo oficial do exterior não tem voto contado, o mapa soma os boletins de urna já recebidos pelo TSE. Essa soma não é a totalização oficial e não é o resultado do Brasil.
O segundo turno de 2026, para presidente, tem Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT). O voto de quem está fora do país entra num arquivo próprio do TSE, separado do arquivo do Brasil.
Cada seção eleitoral publica um boletim de urna. A página inicial soma os boletins que já chegaram e diz quantas seções entraram nessa conta. Uma seção que ainda não chegou não entra. A leitura pode não alcançar todas as seções no mesmo momento.
A cor de um país é de quem lidera os votos dos brasileiros naquele país, nessa soma. Países não valem o mesmo: um país com poucos votos não pesa como um país com muitos. A legenda conta países. O percentual da página inicial conta votos.
Quando o TSE publica a totalização oficial do exterior com voto contado, o mapa passa a usar só esse arquivo. Os boletins não são somados de novo por cima. O número do Brasil continua sendo o arquivo nacional, não a soma dos países.
O número de agora, com a hora e a quantidade de seções, está na página da apuração. A diferença entre boletim e totalização está em boletim e totalização. A fonte é o TSE. O Pulso Brasil não projeta resultado.
Perguntas
- A soma do exterior é o resultado do Brasil?
- Não. O resultado do Brasil é o arquivo nacional do TSE. A soma do exterior conta só o voto de quem vota fora do país.
- Quando a soma de boletins deixa de valer?
- Quando o arquivo oficial do exterior passa a ter voto contado. A partir daí a página usa esse arquivo e não acrescenta os boletins por cima.
- Onde está o número de agora?
- Na página inicial, com a quantidade de seções já recebidas e a fonte TSE. Esta página explica o método e não guarda um total fixo.